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twitter oficial: http://twitter.com/bandacalypso
Estrutura
São 2 ônibus, 1 micro-ônibus e 2 carretas que transportam toneladas de equipamentos. Ao todo, mais de 50 profissionais formam a família CALYPSO – entre músicos, bailarinos, técnicos e produtores.
Os Shows da BANDA CALYPSO são marcados por tecnologia de ponta. Som, iluminação e painéis de LED de alta definição projetam imagens de última geração e transformam a apresentação da banda em sinônimo de um verdadeiro espetáculo com padrão internacional. Despertando as atenções até mesmo de quem não curte o ritmo.
O início
A Banda Calypso não é só um fenômeno de vendas, com seus milhões de discos vendidos em pouco mais de uma década de vida. Decifrá-la é entender um pouco mais sobre os novos rumos do mercado e também mergulhar num vasto universo paralelo que o Brasil muitas vezes finge desconhecer: ele mesmo.
Criação da vocalista Joelma e seu marido, o brilhante guitarrista Chimbinha, a Calypso nasceu em Belém do Pará, mas não em berço esplêndido. Longe demais das capitais e perto demais das fronteiras de exclusão do país. Ela teve que dançar conforme a música, uma apimentada mistura de ritmos caribenhos e nacionais, como lambada, guitarrada e carimbo; para ganhar uma vaga ao Sol. E fez isso com postura de uma banda independente tão quanto qualquer banda de rock do sul do país. Sem gravadora, mas com boa música para dar e vender, Joelma e Chimbinha construíram, eles mesmos, a ponte entre banda e público, deixando seus CDs nos mercados populares da cidade, a preço de custo, para que se tornassem conhecidos. Assim, sem saber, a banda estava prestes a se tornar um modelo de fazer negócio sem depender de terceiros, e também na forma de lidar com os downloads e a pirataria.
“No início foi complicado mesmo”, conta Joelma. “Deixamos nossos discos com os camelôs por necessidade. Só que isso foi se multiplicando, e dando uma fama no boca a boda. No final das contas, foi o público que carregou a gente nos braços”. Mais de dez milhões de discos vendidos depois fica claro que essa estratégia deu muito certo. A Calypso hoje tem ônibus e caminhões, moram em Recife e São Paulo, possuem estúdio na cidade de Recife, fazenda no Pará e um staff de 40 pessoas, entre técnicos, músicos, dançarinos e assessores. E tem cereja no bolo, mais de 250 fã-clubes pelo país e quatro no exterior. Isso para não falar, já falando, da TV Calypso, pela Internet (www.tvcalypso.com.br), com trechos de shows, agenda, bastidores, entrevistas...
“Depois desses dez anos, isso tudo representa uam grande vitória para a gente e, acima de tudo, para o sim que a Calypso representa”, conta Chimbinha. “No começo era difícil para as rádios e casas noturnas do Pará nos receber. Hoje, somos tocados em rádios de todo o Brasil e recebidos em casas noturnas das principais capitais. É um sonho.” Para celebrar sonhos, nada melhor do que doses musicais de realidade, comprimidas nos dois CDs (2010) (com 26 músicas no total) e no DVD que marcam essa trajetória.
Joelma
Os bares de Almerin, cidade interiorana do Pará, emprestaram a Joelma os seus primeiros palcos. Foi em sua cidade natal, que ela com apenas 19 anos cantou seus primeiros refrões. Com uma voz doce e suave logo se tornou conhecida no circuito musical de Belém. Além da música, Joelma também traz a dança nas veias e, com um estilo ímpar de dançar, hoje ela faz todo o país balançar e acompanhar casa coreografia que ela cria para os sucessos da Calypso. O figurino também é algo que despertou o interesse de Joelma e por isso ela sempre acompanha a criação das roupas que ela, Chimbinha e seus bailarinos utilizam nos palcos. Cantora, dançarina e coreógrafa. Com uma agenda pra lá de apertada e uma carreira profissional galgada nessas três atividades, ela ainda arruma tempo para cuidar dos filhos. Mãe cuidadosa, ela separa de dois a três dias na semana para cuidar da educação e da saúde de seus filhos.
Chimbinha
Antes de se tornar o maestro e guitarrista da Banda Calypso, Chimbinha produzia e colocava seu som em CDs de outros artistas. Sua carreira começou cedo, aos 12 anos já tocava seus primeiros acordes, encantando quem o ouvia. “Unanimidade onipresente”. Assim foi definido pela revista Showbizz, muito antes de se tornar amplamente conhecido pela crítica e pelo público. Já o antropólogo Hermano Viana, numa entrevista à revista Trip, considerou o paraense como um dos melhores guitarristas do país, independentemente do ritmo que toca. Hoje, a guitarra de Chimbinha é conhecida no Brasil e no mundo. Tímido, é daqueles que sobe no palco, faz seu trabalho e volta pra casa para cuidar dos filhos. A música e a família são as duas paixões de sua vida. Nos shows ou nos discos, a seleção de repertório é algo que divide com a esposa, companheira e sócia Joelma.


